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| charge de Lézio Júnior |
Uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Justiça aponta que, pelo menos, 300 mil pessoas usam crack nas capitais brasileiras. A maioria dos consumidores da droga está nas capitais do Nordeste. Em Fortaleza, a expansão do comércio e do consumo da droga é acompanhada de altos índices de violência, com assassinatos de jovens e adolescentes.
Os números da pesquisa mostram a dimensão de um problema sem aparente solução e sem a devida presença do poder público para combatê-lo. O crack se espalhou como rastilho de pólvora, como fagulha ou faísca em mato seco. A tragédia das drogas, principalmente, do crack, se estende a médias e pequenas cidades. Chegou à zona rural e gera dor de cabeça e desespero para pais e familiares de parentes tragados pela droga do cachimbo.
A droga chegou aos poucos e, paralela à omissão do poder público, se espalhou com rapidez, enquanto governantes e parlamentares prometiam recursos para tratar uma verdadeira doença, que estraga a vida de milhares de pessoas. Uma tragédia – neste momento, incontida por pura omissão dos governantes.
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via CearáAgora

